sábado, 6 de março de 2010

O que é o amor?

É isso que eu me perguntei quando acordei hoje, o que é o amor?
Será que o amor de um homem para uma mulher é igual ao amor de um pai para o filho? Acho que não é. E quando sabemos que é amor e não paixão? Hmmmm acho que ninguém tem essas respostas né? Nem mesmo a minha mãe, que segundo ela se apaixonou inúmeras vezes, mais nunca amou. Mas se ela nunca amou, porque eu sempre ouvia dizer ao final de suas conversas no telefone com seus ex-namorados ‘eu te amo’. Eu te amo, é uma frase que eu não consigo pronunciar com facilidade, sempre engasgo no ‘amo’ engraçado eu sei, porque essa frase é banalizada hoje e sai com uma facilidade da boca das pessoas, e isso me assusta. Quando as pessoas vão se dar conta que ‘eu te amo’ não é ‘bom dia’ quando? Quando for tarde demais é claro, porque a maioria das pessoas só se dá conta de algo errado quando é tarde demais quando as palavras já têm um peso incalculável, ai elas se dão conta. Dão-se conta que tudo aquilo que sentem pela outra pessoa é só paixão. Depois das palavras jogadas ao vento, depois das lagrimas derramadas e das garrafas de vinho, só depois disso elas vêem que é uma paixão, o que era obvio. Porque amor é paciente é bondoso, ele aceita defeitos e qualidades, ele orienta e consola. As pessoas confundem amar com fazer sacrifícios, e eu me pergunto sacrificar-se pra que? Se eu tenho do meu lado o amor verdadeiro.
Bom, ou talvez o problema é comigo por ser tão seletiva e não ter um verdadeiro exemplo de amor em minha vida, ninguém é perfeito.
Bom, só espero que quando eu conhecer alguém, que seja um amor como o de Romeu e Julieta, só tirando a morte no final né. Ou será que a morte também faz parte do amor? Faz parte desses “tabus” do amor? São perguntas que ninguém, nem mesmo a minha mãe irão conseguir responder, e se eles não vão responder o que vocês esperam de uma caloura como eu? HÁ HÁ!
Sempre serei eu mesma, mas não no mesmo lugar.

sexta-feira, 5 de março de 2010

E lá vai mais um capítulo conturbado e doido da história da minha vida.


 Ontem logo depois que eu criei meu blog para compartilhar minhas experiências com todos os blogueiros, minha mãe pediu para eu fazer um cadastro em um site de relacionamento pra ele encontrar um namorado, quando eu acho que ela não vai se superar ela faz uma coisa desse tipo. E daí eu falei:
Mãe será que você não pode conhecer alguém de uma forma normal? Sem sites de relacionamentos e afins?
Filha, você está vendo essas rugas no meu rosto? O tempo corre contra mim. Você está crescendo e sua irmã também, vai ter uma hora que vocês vão ter que seguir sem mim. E eu não quero acabar sozinha, você me entende?
Ta ela tem razão sobre isso, menos sobre as rugas, particularmente minha mãe é linda, um sonho, ta eu sei eu sou suspeita. Mas como uma boa filha eu fiz esse favorzinho pra ela, quando chegamos à parte em que ela tinha que dizer o que era necessário para ser um homem ideal, meus dedos ficaram com calos de tantas vezes que eu escrevi e reescrevi. Ela quer um cara alto, loiro dos olhos azuis, com os traços angelicais, e ricos (que novidade), ou seja, ela quer um ator de Hollywood. Que ótimo, além de desesperada ela tem fetiches com os atores de Hollywood.
Bom, eu mandei o cadastro dela e não demorou muito para ser aceito, e logo começou aparecer os encostos, ops os pretendentes. Tal de sarado da cam, e o tio de bertioga. Não, na boa que tipo de psicopatas usa esses apelidos? Com certeza nenhum desses fazem do tipo ‘oi, sou um galã de filmes e moro em Malibu’ apaguei todas as mensagens que esses maníacos tarados mandaram pra minha mãe, porque do jeito que ela é iria se apaixonar pelo “tio de bertioga” HÁ HÁ.
Hmm já são 19:00 e ela ainda não chegou, só espero que ela não esteja em nenhum encontro.
Sempre serei eu mesma, mas não no mesmo lugar. Mochileira on-line!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Oi blogueiros,


sou a Mochileira on-line. Tenho 17 anos de idade e uma vida não muito normal, mas vocês vão descobrir com o passar do tempo. Tenho uma irmã de nove anos de idade e uma mãe divorciada, meu pai vive com a família dele em Luisiana nos Estados Unidos. Ele vive me chamando para ir morar com ele, mas prefiro morar com minha mãe carinhosa, instável e cabeça oca. Bom, já morei em vários lugares aqui do Brasil, nunca ficamos muito tempo em um lugar só. No momento estou morando em Londrina-PR, uma cidade linda, tranqüila e boa para levar uma vida normal, sem muita correria, mas nada de monotonia. Estamos aqui já faz 2 semanas, mas quero ver só quanto tempo vamos durar. Vocês devem estar se perguntando por que me mudo tanto né? Pois então, não somos de uma família tipo "mochileira" mesmo, o problema é a minha mãe, ela vive em busca do "homem perfeito" é patético eu sei, mas é assim, ela procura e procura, e depois de não encontrar nenhum homem a sua altura fica com o primeiro idiota que vê na frente. Passa algumas semanas, e ela descobre que ele é um imbecil, termina tudo, coloca as nossas coisas em caixas e nos mudamos. Não reclamo com ela, mas isso esta começando a me incomodar, as garotas da minha idade normalmente já namoraram ou fizeram coisas do tipo, mas eu não, tento não fazer planos, já fiz muitos e antes de cumpri-los já estava com o pé na estrada...
Sempre serei eu mesma, mas não no mesmo lugar. Mochileira on-line!